Igreja Evangélica Batista de Floriano

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sábado, 28 de fevereiro de 2009


Davi foi dos maiores reis dos tempos bíblicos.

Era um homem experimentado nas batalhas de seu país.

Ele escreveu o seguinte: "Bendito seja o Senhor, minha rocha, que treina as minhas mãos para a peleja e os meus dedos para a guerra."

Não me refiro a pessoas, mas a doenças, problemas emocionais e psicológicos, medos, fraquezas, vícios, etc.

Conforme Davi, a solução para ser um vencedor é ser treinado por Deus.

Eu o desafio a ler as Escrituras Sagradas, e descobrir o mais alto conceito de arma espiritual que o fará um vencedor diante das batalhas da vida.

A grande verdade é que uma pessoa que conhece a Deus, seus propósitos e seu amor, será um vencedor.

"Pare e Reflita"

O Taxista...

Há vinte anos, eu ganhava a vida como motorista de táxi. Encontrei pessoas cujas vidas surpreenderam-me, enobreceram-me, fizeram-me rir e chorar.

Nenhuma tocou-me mais do que a de uma velhinha que eu peguei tarde da noite.

Era agosto.

Eu havia recebido uma chamada de um pequeno prédio de tijolinhos de quatro andares, em uma rua tranqüila de um subúrbio da cidade.

Quando eu cheguei às 02.30 horas da madrugada, o prédio estava escuro, com exceção de uma única lâmpada acesa numa janela do térreo. Assim fui até a porta e bati. "Um minuto", respondeu uma voz débil e idosa.

Uma octogenária pequenina apareceu. Ao seu lado havia uma pequena valise de nylon.

Toda sua mobília estava coberta por lençóis. Não havia relógios, roupas ou utensílios sobre os móveis.

Eu peguei a mala e caminhei vagarosamente para o meio-fio, ela ficou agradecendo minha ajuda.

Quando embarcamos, ela deu-me o endereço e pediu:

- O Sr poderia ir pelo centro da cidade?

- Não é o trajeto mais curto - alertei-a prontamente.

- Eu não me importo. Não estou com pressa, pois meu destino é um asilo de velhos. Eu olhei pelo retrovisor. Os olhos da velhinha estavam marejados, brilhando.

- Eu não tenho mais família - continuou - O médico diz que tenho pouco tempo.

Eu disfarçadamente desliguei o taxímetro e perguntei:

- Qual o caminho que a Sra. deseja que eu tome?

Nas duas horas seguintes circulamos pela cidade.

Ela mostrou-me o edifício que havia, em certa ocasião, trabalhado como ascensorista.

Nós passamos pelas cercanias em que ela e o esposo tinham vivido como recém casados em outros tempos, hoje um depósito de móveis, que havia sido um grande salão de dança que ela freqüentara quando mocinha.

De vez em quando, pedia-me para dirigir vagarosamente em frente a um edifício ou esquina - ficava então com os olhos fixos na escuridão, sem dizer nada.Quando o primeiro raio de sol surgiu no horizonte, ela disse de repente:

- Eu estou cansada. Vamos agora!

Viajamos, então, em silêncio, para o endereço que ela havia me dado.

Chegamos a uma casa de repouso. Dois atendentes caminharam até o taxi, assim que ele parou.

Eu abri a mala do carro e levei a pequena valise para a porta.

A senhora já estava sentada em uma cadeira de rodas.

- Quanto lhe devo? - ela perguntou, pegando a bolsa.

- Nada - respondi.

- Você tem que ganhar a vida, meu jovem.

- Há outros passageiros - respondi.

Quase sem pensar, eu curvei-me e dei-lhe um abraço. Ela me envolveu comovidamente.

- Você deu a esta velhinha bons momentos de alegria.

- Obrigado.

Apertei sua mão e caminhei no lusco-fusco da alvorada. Atrás de mim uma porta foi fechada.

Ao relembrar, não creio que eu jamais tenha feito algo mais importante na minha vida.

Nós estamos condicionados a pensar que nossas vidas giram em torno de grandes momentos.

Todavia, os grandes momentos freqüentemente nos pegam desprevenidos e ficam maravilhosamente guardados em recantos que os outros podem considerar sem importância.

"AS PESSOAS PODEM NÃO SE LEMBRAR EXATAMENTE O QUE VOCÊ FEZ, OU O QUE VOCÊ DISSE MAS ELAS SEMPRE LEMBRARÃO DE COMO VOCÊ AS FEZ SENTIR"

Faça um comentario do melhor Time do Mundo...."Mengão".........

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009


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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Para Refletir...

(26/02/09)

Rompendo A Linha De Giz

"Já que tendes purificado as vossas almas na obediência à
verdade, que leva ao amor fraternal não fingido, de coração
amai-vos ardentemente uns aos outros" (1 Pedro 1:22).


Haviam duas irmãs solteiras que, por causa de uma séria
briga, pararam de falar uma com a outra. Decididas a não
deixar a pequena casa onde moravam, elas continuaram a viver
sob o mesmo teto e dormir no mesmo quarto. Uma linha de giz
dividia o quarto de dormir em duas metades. A linha separava
os cômodos de tal maneira que as duas podiam sair e entrar e
ter as suas refeições sem transgredir o espaço da outra. Na
escuridão da noite, cada uma podia ouvir a respiração e o
ronco da inimiga. Por muitos anos as duas coexistiram em
completo silêncio. Nenhuma das duas estava disposta a tomar
o primeiro passo para a reconciliação. Em uma determinada
noite, uma das irmãs levantou para ir ao banheiro e levou um
tombo, quebrando o quadril. A outra, despertada pelo barulho
e pelo grito de dor, levantou apressadamente de sua cama e,
ultrapassando a divisória feita pelo giz, correu em direção
à irmã. Ali, no chão, segurando a inimiga do passado no
colo, aguardou a chegada dos médicos e foi com ela até o
hospital. Naqueles momentos de angústia e aflição, a verdade
e o poder do amor prevaleceram.


Quantos de nós temos experiências semelhantes. Parentes,
grandes amigos, colegas de trabalho ou estudo, pessoas que
nos eram muito queridas e que, por um momento infeliz,
transformaram-se em inimigos. Um relacionamento que se
acabou, um contato que se deteriorou, alguém que amávamos e
hoje até odiamos.


Mas não é isso que Deus deseja que aconteça. E, por certo,
não é isso que nós mesmo desejamos. Mas o que fazer? O
orgulho não permite que tomemos a iniciativa de acabar com
aquele ressentimento. Achamos que a outra pessoa deve vir
pedir perdão e, da mesma forma, a outra espera que nós o
façamos. E, enquanto esta indecisão espiritual persistir,
nós sofreremos, a pessoa em questão sofrerá, Deus ficará
triste e o diabo cantará e dançará de alegria.


Rompamos a linha de giz! Não permitamos que o nome de Jesus
seja envergonhado. Pratiquemos o amor do Senhor e
glorifiquemos o Seu nome. A felicidade nos revestirá e
haverá grande festa no Céu.